quarta-feira, 15 de abril de 2009

Selos #3 . (E divulgação do blog Sacadas do JP)

Pois é, hoje eu vim aqui para colocar em dia os selos recebidos. Além disso gostaria de divulgar o trabalho de meu amigo JP. Há algum tempo ele vêm realizando um trabalho muito legal como cartunista e agora está começando com as animações.

Se puder, dê uma passadinha para prestigiar o trabalho do cara. Ele merece. Deixo um vídeo que ele criou recentemente como amostra.

 
 
Vamos agora aos Selos.
 
 

blogcoruja-ingrid_nat

O primeiro recebido foi presente da minha querida amiga Nat Valarini do Garota Pendurada e da Ingrid do Guia de Bolso, que também é um blog muito interessante.

Indico os seguintes blogs para este selo:

- Sacadas do JP

- Pra Ler no Banheiro

- O Livro que Quero Escrever

- Jornal da Lua

- Cólica Mental

 

 

conectou_elaine O segundo foi oferecido pela Elaine, que tem um blog excelente e recomendo a todos.

Indicados para este selo:

- Guia de Bolso

- Viraletras

- Exoticlic

- 01Brainstorn

- Espelho Inverso

 

 

 

Manifesto (william_viraletrasO terceiro selo veio do William Lial, que é um grande escritor, e também da Jô do Viraletras, outro blog que certamente merece uma visita.

Ah... Tenho que dizer que adorei este selo. Pow, até que enfim alguém reconheceu que eu penso! haha! Zoeira! Os indicados:

- Garota Pendurada

- Blog do Delemon

- Picks NikelOdeon

- Opinião Inútil

- Misturando Tudo

 

 

O selo a seguir também foi presenteado pela Jô do Viraletras.

dardos_viraletras

Indico os seguintes blogs:

- X - Fonte

- Beleza no Imperfeito

- Artista de Mim

- Rock de Paixão

- O pequeno Blog dos Horrores

 

 

O quinto selo também é presente do Viraletras. Este selo tem umas regrinhas. Dizer  situações que você se enquadra nos Sete Pecados Capitais, além de indicar, linkar e avisar 8 blogs.

selopecadoscapitais_viraletras

Inveja: Acho que quando alguém se demonstra mais inteligente que eu. Ou seja, a toda hora e com várias pessoas.

Ira: Quando alguém faz hora com minha cara.

Vaidade: Acho que sou vaidoso com relação a qualquer coisa que produzo.

Gula: Pizza (sem carne, claro). Creme de leite com achocolatado. :p

Preguiça: Todos os dias após o almoço.

Avareza: Não gosto de emprestar coisas que utilizo com frequência. Pen-drive por exemplo.

Luxúria: Segredo . Mas é bem frequente. :)

Indico os seguintes blogs:

- Gritos Verticais

- Moça do Fio

- Meu Infinito Compartilhado

- Rockriot

- Clara Luz do Meu Pensar

- Blueberry Lover

- William Lial

- Gothic Poesia.

O último selo foi também presente da Nat do Garota Pendurada.

coração de tinta_nat_

 

Para ele indico:

- Abóboras ao Vento

- Lokytrp

- Professora Elaine

- Cristiane Marino

- Fio de Ariadne

 

 

E mais uma vez muito obrigado a todos pelas indicações! Um forte abraço!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O Planeta Arret .

florestafogo

Créditos pela Imagem: ElissaMeyers

Era uma vez um planetinha azul chamado Arret.

Arret era o único ponto do Sistema Ralos que se podia ter certeza que existia alguma forma de vida. Era ainda um lugar cheio de riquezas naturais e seus nativos podiam tirar de seu solo e suas águas tudo o que necessitavam para viver.

O problema é que retiravam o que bem entendiam e não se preocupavam se esses recursos poderiam se esgotar um dia. Os arretáqueos ainda viviam em guerra, pois o planeta era divido por comunidades e, por sua vez, cada uma destas se localizava em territórios distintos, o que fazia que nem todos tivessem o que necessitavam para vida individual e em sociedade.

Era evidente o contraste entre as comunidades do Norte e do Sul. As do Norte eram geralmente muito pobres e contrastavam com a riqueza das sulinas. E isso se agravava, pois existia um sistema econômico que beneficiava as comunidades do Sul, que sempre conseguiam ganhar em cima do Norte, mesmo que esse último fosse um lugar onde haviam mais recursos hídricos, matérias primas e até mesmo um óleo natural, chamado otrópleo, de onde saíam os principais combustíveis.

Existiam ainda muitos choques culturais, e quase nenhum respeito pela diversidade. Havia, por exemplo, uma comunidade sulina chamada Estados Unificados da Acirema, que pouco respeitavam as crenças religiosas e costumes dos países do Oeste. Sempre estavam prontos a se intrometer nos assuntos internos, muitas vezes com a conivência de órgãos tais como a OCU – Organização das Comunidades Unidas, que dentre suas responsabilidades estava a de zelar pela paz do planeta.

Os EUA, através de seus líderes, sempre usavam o pretexto de estarem defendendo os ideais de liberdade uniformizatória orientais. O que poderia ser compreendido nas entrelinhas como: “impedir que os bárbaros destruam a cultura hegemônica do Oeste”. Mas qualquer um que entendia um pouco mais de política sabia muito bem que o que queriam era ter controle sobre aquela região tão rica naturalmente.

Ocorria ainda que a cultura sul-oriental era muito predatória. As pessoas só queriam saber de consumir e consumir. E obviamente, um dia os recursos de Arret iriam acabar por conta dessa farra.

Logo, logo os líderes mundiais, a imprensa, empresas e outras organizações começaram a se dar conta disso. Foram feitas então várias campanhas que pregavam que as pessoas deveriam ter uma maior consciência ambiental para que a vida no planeta pudesse se prolongar.

Só que quando enfim enxergaram essa necessidade, as coisas já estavam num caminho em que havia poucas condições de contornar esses problemas. Em menos de cinqüenta anos o planeta já estava fadado à extinção total. Na melhor das hipóteses, alguns poucos pontos poderiam ser salvos. Dependia, logicamente, do fato de que esses lugares teriam tido uma menor expropriação de seus bens ambientais.

Como o Norte-Ocidental era uma região ainda cheia de recursos, a despeito da exploração desenfreada dos sulorientais, estes últimos começaram a realizar grandes correntes migratórias para lá. De início, as comunidades norteocidentais os receberam de portas abertas, mas com o tempo, em vista da impossibilidade de que todas aquelas pessoas pudessem ali se estabelecer, isso começou a se dar com uma série de restrições.

Como a situação era cada vez mais caótica, os líderes das comunidades do Sul, começaram a crer que era necessário tomar para si a autoridade sobre o Norte-Ocidente. Sob tais texturas foi que se deu a 5.ª Grande Guerra Arretana, que foi a pior que já se viu em todo universo.

O pior de tudo é que aquilo só serviu para dizimar mais rapidamente quase toda a vida do planeta Arret. Os poucos que ainda lá sobrevivem estão doentes e sua morte pode se dar a qualquer momento.

E apesar de a maré ir para um rumo que não é o mesmo que querem ir, eles ainda parecem acreditar que poderão se salvar, apesar de tanta coisa tornar isso inviável e quase impossível. Isso nos faz indagar algumas coisas. Será que existe alguma chance para eles? Será que eles podem construir ali um novo mundo, apesar de só restarem ruínas e cinzas ali?

Sinceramente, acho que não, mas aqueles derradeiros arretáqueos só ainda se mantêm erguidos por acreditarem que sim.



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Fatos, ressalvas e blá, blá, blá.

- Qualquer semelhança desse conto com a história de um outro planeta, NÃO é mera coincidência. :p

- Estou em dias inspirados. Está saindo tanta coisa de minha mente, que mal consigo escrever tudo que surge nela. Tá certo que nem tudo é algo que preste, mas pelo menos pratico a escrita com isso.

- Sobre selos: Vou dar um jeito de colocar eles em dia esta semana. xD

- Pegar ônibus em Uberlândia é um saco. Fato! Aliás, em qualquer lugar é.

- Cada um de meus dias deveria ter umas quarenta e oito horas. Mas isso também só funcionaria se as coisas que já faço se mantivessem com os períodos iguais (Só que tenho certeza, que se assim fosse dariam um jeito de fazer com que a gente tivesse que trabalhar mais). Enfim, mesmo estudando História, que é algo em que o tempo é fundamental, tenho de convir que ele é algo maldito. Isto é, pelo menos na perspectiva que a gente é obrigado a lidar com ele no nosso cotidiano.